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Sabe que alimentos não deve colocar no frigorífico?

A ideia de que guardar alimentos no frio conserva-os por mais tempo nem sempre é a mais correcta. Alguns alimentos não devem estar sujeitos a temperaturas muito baixas
Alguns alimentos devem ser armazenados num local escuro e bem ventilado, pelo menos até serem utilizados uma primeira vez. Após essa primeira utilização, nunca deve abusar do tempo em que a metade que não utilizou permanece no frio.

1. Cebolas
A humidade do frigorífico pode tornar as suas cebolas moles. Deixe que estes legumes aguardem a sua utilização num local escuro, sem temperaturas elevadas e bem ventilado. Só deve colocá-las no frigorífico se estiverem cortadas.

2. Alho
No frigorífico os dentes de alho podem começar a brotar. À semelhança das cebolas, o sítio ideal para os conservar é num local escuro.

3. Tomates
No frio, um tomate vermelho vivo e suculento torna-se farinhento e sem qualquer sabor. No caso de cortar um a meio e não o utilizar todo, deve envolvê-lo em película aderente e deixá-lo na cozinha, isto se o for consumir daí a poucas horas.

4. Batatas
As temperaturas baixas fazem com que o amido das batatas se transforme muito rapidamente em açúcar, e fazendo com que percam o sabor. Deve coloca-las num locar escuro e arejado.

5. Fruta verde
Se a fruta estiver verde, não vai ficar madura no frigorífico, pois precisa de estar à temperatura ambiente para amadurecer. Depois de madura, pode comê-la de imediato ou coloca-la no frigorífico por dois dias.

6. Pão
O pão seca mais depressa no frigorífico. O ideal é mantê-lo afastado das baixas temperaturas se for para consumir a curto prazo. Caso contrário deve colocá-lo no congelador num saco bem fechado, e aí poderá contar com ele durante meses.

7. Mel
Quando colocado no frigorífico, o mel tem tendência a cristalizar e a tornar-se espesso. O ideal é guardá-lo no armário.

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A chegada do Outono e a queda de cabelo

Hair reviv Queda de cabelo

Com a mudança de estação para o outono e inverno existe incidência menor de luminosidade bem como temperaturas mais baixas. Isto leva a que homens e mulheres sofram uma queda de cabelos mais acentuada do que em outras épocas do ano.

O menor número de horas de sol por dia também provocam uma menor produção de melanina, fazendo com que a cor e brilho do cabelo se tornem menos acentuados.
Com a chegada do frio, as dietas mais ricas em gorduras e calorias e mais pobres em frutas, verduras e legumes levam a uma redução na ingestão de fontes de vitaminas e sais minerais que compõem a cadeia de queratina, a proteína que forma os cabelos.

No entanto, algumas atitudes podem ser tomadas para minimizar esta queda de cabelos:

  • Melhorar a qualidade da ingestão de nutrientes. Se não houver possibilidade de ingerir uma dieta rica e balanceada, tome suplementos ricos em vitaminas do complexo B, sais minerais, ómega 3 e L-cistina.
  • Evitar água demasiado quente no couro cabeludo. A água muito quente torna os cabelos mais frágeis e quebradiços e o couro cabeludo fica mais oleoso.
  • Enxague bem o cabelo e evite deixar resíduos de cremes ou condicionadores.
  • Não usar o secador muito quente ou próximo dos cabelos. Deixe a distância do seu braço entre o secador e seus cabelos e sempre no morno ou frio. Movimente o aparelho em círculos para que o ar quente não se concentre em uma região.
  • Evite as escovas, tinturas e alisamentos nessa época do ano. Se tiver de o fazer, abuse da hidratação depois.
  • O uso de rabo-de-cavalo, elásticos e fivelas que fazem muita pressão podem contribuir para a queda de cabelo. Reduza o tempo em que o cabelo fica preso.
  • Durma bem e faça mais atividades físicas.

Se for difícil manter as rotinas sugeridas, deixe o cabelo mais curto. A agressão aos fios será menor e a queda menos percetível.

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Estudo indica que comer peixe reduz o risco de artrite reumatóide

Ómega 3 Ultra

Investigadores suecos atribuem ao Ómega-3, gordura presente em peixes, mas também no azeite e na linhaça, o efeito positivo do alimento sobre essa doença.

Comer peixe com regularidade pode ser uma forma de reduzir o risco de artrite reumatóide. A artrite reumatóide é uma doença crónica inflamatória que atinge as articulações, principalmente das mãos, punhos e pés. É também uma doença autoimune – ou seja, que acontece quando o sistema imunitário de uma pessoa passa a atacar o seu próprio corpo – que afeta cerca de 1% da população.

O estudo, feito no Instituto Karolinska, na Suécia, publicado no Annals of the Rheumatic Diseases, baseou-se numa amostra de 32.232 mulheres. Os investigadores concluíram que as participantes que ingeriam mais do que 200mg de ómega-3 por dia, tiveram um risco 52% menor de apresentar artrite reumatóide. Essa quantidade equivale a mais do que uma porção de um peixes gordos (ricos em ómega-3), como o salmão, ou quatro porções de peixe magro, como o bacalhau, por semana.

O estudo revelou ainda que consumir uma porção ou mais de peixe por semana durante dez anos reduz a probabilidade de desenvolver artrite reumatóide em 29%.

Para mais informação recomeda-se a leitura do estudo: Long-term intake of dietary long-chain n-3 polyunsaturated fatty acids and risk of rheumatoid arthritis: a prospective cohort study of women

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Bibliografia:
Di Giuseppe D, Wallin A, Bottai M, Askling J, Wolk A; Extended report: Long-term intake of dietary long-chain n-3 polyunsaturated fatty acids and risk of rheumatoid arthritis: a prospective cohort study of women, Ann Rheum Dis 2014;73:11 1949-1953 Published Online First: 12 August 2013


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Quando é que a queda de cabelo diária é sinal de alarme?

A perda diária de cabelo é algo que afeta homens e mulheres e que, muitas vezes, é desvalorizada. Embora possa ser uma condição normal, é importante tomar atenção à quantidade perdida.

Ver fios de cabelo na escova, no ralo da banheira ou pelo lavatório é comum. Afeta a grande maioria das pessoas e pode ser sinal de stress, cansaço, má alimentação, febre ou inadaptação ao champô usado.

No caso das mulheres, e não apenas devido à componente estética, a perda de cabelo é mais grave e acentuada devido aos produtos químicos que são colocados com frequência, como tinta, máscara, espuma, laca, cremes, etc. E ainda devido ao calor dos secadores ou pranchas de alisamento.

Mas, quando é que a queda de cabelo diária é excessiva? Quando acontece de forma recorrente e imensa ao longo de três meses.

Nestes casos, pode estar a ocorrer uma perda de cabelo crónica, resultado da falta de ferro, vitamina D ou vitamina B12.

No caso de perda de cabelo frequente e abundante, e antes de mudar de produtos capilares, o melhor é consultar um médico dermatologista.

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Ómega 3 pode reduzir significaticamente a pressão arterial

Segundo um estudo publicado online, mostra que os ácidos gordos ómega 3, EPA e DHA, encontrados nos peixes gordos e em suplementos alimentares com óleo de peixe, são eficazes na redução da tensão arterial.
Quando os resultados deste estudo foram comparados com os resultados obtidos devido a alterações no estilo de vida, tal como o aumento da atividade física, restrição no consumo de álcool e no consumo de sódio, verificou-se que a redução na tensão arterial provocada pelo consumo de ómega 3 foi ainda mais acentuada (1).

Os resultados publicados pelo American Journal of Hypertension são óptimas notícias, sobretudo para que possui tensão arterial elevada (2)(3).
Alteração no estilo de vida                 Redução na tensão arterial*
Consumo de ómega 3 EPA e DHA           4.51 mm Hg (1)
Redução no consumo de sódio               3.6 mm Hg (4)
Aumento da atividade física                    4.6 mm Hg (4)
Redução no consumo de álcool              3.8 mm Hg (4)
* Os valores representam reducões médicas na pressão arterial sistólica, como resultado de várias mudanças no estilo de vida e pelo consumo de ómega 3 em doentes hipertensos não medicados.

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Referências bibliográficas:
(1) Miller, et. al. Am J Hypertension, first published online March 7, 2014
(2) CDC, MMWR 2011; 60:103-8.
(3) Roger VL, et al., Circulation 2012; 125:e2-e220.
(4) Dickinson, HO, et. al., Journal of Hypertension 2006; 24:215–33.

Ómega 3 Essencis Nutritio


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Anda a comer alho de forma correta?

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Partir o alho aos bocadinhos e coloca-lo em azeite ou óleo a ferver para fazer um refogado, afinal pode não ser uma forma correta de comer alho.

O alho é uma planta perene que é cultivada por todo o mundo e que contém uma vasta série de compostos, entre eles o óleo volátil (a uma concentração de 0,1 a 0,3%), que é composto por cerca de 14 componentes contendo enxofre, sendo a alicina o principal. Têm sido realizados milhares de estudos científicos que corroboram os vários benefícios para a saúde deste fitoterápico, como por exemplo na terapia complementar de doenças cardiovasculares (reduzir colesterol, tensão arterial) ou no fortalecimento do sistema imunitário.

Para aproveitar todas as propriedades do alho que fazem tão bem à saúde, é importante cozinha-lo de forma correta.
Num refogado, provavelmente corta o alho quase diretamente para a panela com óleo ou azeite a ferver. Bem, saiba que assim não está a aproveitar todas as propriedades do alho, pois vai destruir a alicina, princípio ativo presente no alho responsável pelos seus benefícios medicinais.

Isto acontece porque a enzima que produz a alicina não é ativada até que entre em contacto com o ar e quando entra em contacto com o calor é facilmente destruída. Basta um minuto em óleo ou azeite a ferver para que perca todos os benefícios da alicina presente no alho.

Se quer aproveitar todos os benefícios do alho, esmague o alho numa tábua e deixe-o ‘repousar’ por cerca de dez minutos, antes de o colocar na panela.

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O consumo de Ómega-3 pode reduzir o risco de desenvolvimento de esquizofrenia

Segundo um estudo publicado na revista científica Nature Communications, o consumo de ómega 3 pode reduzir significativamente o risco de desenvolvimento de esquizofrenia, nomeadamente entre jovens propensos a ter sintomas psicóticos.

Os investigadores deram suplementos alimentares à base de ómega 3 durante 12 semanas a um grupo de 41 pessoas com idades compreendidas entre os 13 e os 25 anos, consideradas como muito expostas ao risco de desenvolver psicoses.

Em simultâneo, dera apenas um placebo (substâncias sem ação biológica) a um segundo grupo também com cerca de 40 jovens, com as mesmas idades e com os mesmos níveis de risco.

Os especialistas concluíram que apenas 10% dos jovens do primeiro grupo desenvolveram esquizofrenia ao longo dos sete anos seguintes, contra 40% do segundo grupo.

A esquizofrenia é um transtorno mental grave que se manifesta através de uma perda de contacto com a realidade e que geralmente surge na adolescência ou no início da idade adulta.

Os ácidos gordos ómega 3 são essenciais para o bom funcionamento do cérebro, sistema nervoso e da retina, mas também apresentam efeitos benéficos ao nível do coração e da saúde mental.

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